19 de out. de 2020

https://www.youtube.com/watch?v=Bqnl_jkJnuo&feature=share&fbclid=IwAR17QSdyrOYngYr6axI_GhUmO_H3t558-qcwZPdo_0lTyxAlh6nWks8knAM 

Oi, gente! 

Tive a intenção de fazer esse vídeo com leveza e bom humor para fechar essa semana especial de Dia do Professor e marcar esse período de pandemia. Não sou “the best” no assunto, por isso me deem um desconto e se divirtam comigo, se puderem... A pandemia da Covid-19 obrigou-nos a trocar os quadros e as carteiras escolares pelas telas e pelos aplicativos digitais. E sete meses após a adoção das medidas de distanciamento social e da interrupção das aulas por causa do coronavírus, cá estamos nós, professores, em contínuo processo de renovação. Nesse período, fomos levados a refazer todas as nossas aulas, passar novos exercícios, escrever planos de estudos semanais, gravarmos vídeos, mudarmos a maneira de avaliar, buscarmos ativamente nossos alunos (caçar Pokemon é fichinha perto do que fazemos hehehe) e nos aproximarmos das famílias dos estudantes. 

Uau! Que ano desafiador! O ano de 2020 exigiu-me tantas reflexões e renovações: questionei minha competência, minha formação e meus propósitos. E, ainda, senti-me e sinto-me exausta e me superando como pessoa e profissional o tempo todo. 

“Caraca, mano!” Não é nenhum conto de fadas romântico! É um baita desafio!

Eu amo a escola. Eu amo as gentes. Eu amo o ato de ensinar e aprender. Mas a realidade é surreal e, às vezes, parece que estou vivendo uma história de ficção científica. 

Culpados? Ninguém... Ninguém (de nós) foi “treinado” para viver em isolamento. Sabem de uma coisa?! Vivo uma estranha contradição... Olho para meus alunos tão esgotados e me sinto culpada, todavia há uma autocobrança excessiva e me sinto responsável em continuar lecionando língua portuguesa, porque é essa conexão que nos une e é esse vínculo que posso oferecer a eles (e a mim) nesse momento. 

E sabem o que é mais hilário? Esse ano ainda não me fez desistir kkkk 

Almejo educação de qualidade para todos, mais igualdade e menos preconceito... E só tenho a agradecer por todas as gentes partícipes da minha história (colegas, alunos, pais, professores)! 

Desejo saúde e luz a todos os professores, bravos guerreiros!


9 de out. de 2020

 Nos diversos tipos de interação, a língua que usamos muda, em alguma medida, para nos adaptarmos à situação e aos interlocutores. Leia o meu artigo no jornal OCP News: https://bit.ly/3nlfte4


7 de out. de 2020


Hoje acordei poética, sensível, grata! E vou me permitir fluir... “”Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos.” (Hb 11,1-3).

Fé. Palavra pequena, mas de significado gigante! Uns chamam de fé a disciplina religiosa, outros as atitudes diárias e por aí vai. Penso que cada um tem (ou deveria ter) “sua fé”! Cultivá-la é, para mim, essencial.

Essa pequenina que vos fala, veio de uma pequena cidade, e seu interior sempre foi repleto de questionamentos, fé, esperança, alegria e amor. Achava (e ainda acho) engraçado que amigos da graduação me falavam do meu jeito “romântica” - diferente para este mundo. Isso se repetiu na profissão... os alunos também me falavam (falam) desse jeito. Nunca entendi muito bem o que queriam dizer. Contudo, sempre percebi que diziam de coração, sem se valerem de tons pejorativos. Ainda busco saber o que isso significa...

Levo comigo um lema “tudo posso NAQUELE que me fortalece!” De fato, creio: “para Deus nada é impossível” (Lc 1,37). Tenho “fé na vida”. E ajo. Sigo sendo MULHER fiel em minhas crenças e ações no cotidiano. Sendo mãe, filha, irmã, nora, neta, sobrinha, afilhada, madrinha, amiga, vizinha, professora, poeta, escritora, aprendiz... Aprendi a não desprezar as lições da vida e a guardar tudo no coração, mantendo a solidez das escolhas feitas por mim.

Caminhando, até aqui, entendi que essa tal fé não é trocada como uma mudança de roupa, todavia ela se aprofunda nos sulcos abertos pelas lutas da vida. E tenho enxergado, até então, muitos heróis da fé, visíveis ou não, no meio da multidão.
Desejo que tenhamos um excelente dia e fim de semana! E que possamos abraçar tudo aquilo que nos é visível aos olhos ou não; mas tomar cada momento ou sentimento como nosso. Aproveitá-lo. Aceitá-lo. Senti-lo. Vivê-lo.

Muita vida a todos. Vida em abundância! E todas as flores e cores da primavera 🌷
Arte @juuu.silveira

23 de set. de 2020

A estação “primavera” chegou! E ela se assemelha ao momento de lançar nossas ideias, de deixar o ar de novos tempos ventilar nossas mentes e corações, abrindo espaço para que o novo possa brotar. Abram-se as janelas da alma, para o exalar do perfume das flores fazer morada em nós. É tempo de nos abrirmos e de acreditarmos em novas possibilidades...

Que possamos perdoar, acolher, sorrir, abraçar, ir ao encontro de... e amar!

Tenho uma ótima notícia: agir assim demanda pouco da gente. Então, que tal aproveitarmos este clima e nos concentrarmos em gestos concretos? Quem sabe, por meio de pequenos passos (semelhante ao processo de florescimento) podemos iniciar oferecendo uma flor a alguém com quem trabalhamos ou convivemos, ou, ainda, enviar “um sinal de vida” aos que estão distantes, mencionando o quanto nos são preciosos.
 


21 de set. de 2020

 Muitas pessoas, mesmo as mais escolarizadas, têm dificuldade de produzir textos técnicos. 

Convido-os a ler o meu artigo para o Jornal OCP News: https://bit.ly/3ksrNH9